Pensar, pensar
Junho 18, 2010 por Fundação José Saramago
Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma.
Revista do Expresso, Portugal (entrevista), 11 de Outubro de 2008
***Acesse o blogue do Saramago:
http://caderno.josesaramago.org/
sábado, 19 de junho de 2010
Para Poetas do Brasil
Para Ricardo Brito
A MPB ESTÁ NO AR com Denilson Santos
Foi ao no dia 13 o MPB ESTÁ NO AR, com Ricardo Brito. Ele mostra trabalho do cantor e compositor Denilson Santos, que fala sobre o seu primeiro cd, "DO MUNDO". Da produção e arranjos do saudoso Williams Pereira e de suas parcerias com Luhli e Maria Olívia.
Denilson também apresenta suas canções, gravadas pelo grupo paulista Pé na Bossa e pela cantora carioca Karen Keldani.
Foi ao no dia 13 o MPB ESTÁ NO AR, com Ricardo Brito. Ele mostra trabalho do cantor e compositor Denilson Santos, que fala sobre o seu primeiro cd, "DO MUNDO". Da produção e arranjos do saudoso Williams Pereira e de suas parcerias com Luhli e Maria Olívia.
Denilson também apresenta suas canções, gravadas pelo grupo paulista Pé na Bossa e pela cantora carioca Karen Keldani.
Para Andre Oliver, Tito Mohaupt, Bessa, Ricardo Brito, Fabricio Febretti, poetas do Rio
Não seja a mesma pessoa sempre
Faça algo diferente a cada dia
Seja mais ou menos estranho
O esquisito que adora a vida
Não enrole.
Desenrole seus lances
Morra por uma ideal
Chegue mais perto da pessoa amada
Peça desculpas ao seu filho
A você mesmo.
Diga que está pronto
Que irá até o fim do mundo se for preciso
Apoie as ideias malucas
Converse.
Desconverse o óbvio
Ganhe a vida ensinando o bem
Entre de cara
Esclareça
Olhe pra todos os lados
E veja sempre um amigo.
Não viva a vida dos outros
Faça algo diferente a cada dia
Seja mais ou menos estranho
O esquisito que adora a vida
Não enrole.
Desenrole seus lances
Morra por uma ideal
Chegue mais perto da pessoa amada
Peça desculpas ao seu filho
A você mesmo.
Diga que está pronto
Que irá até o fim do mundo se for preciso
Apoie as ideias malucas
Converse.
Desconverse o óbvio
Ganhe a vida ensinando o bem
Entre de cara
Esclareça
Olhe pra todos os lados
E veja sempre um amigo.
Não viva a vida dos outros
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Para 1berto, Marta Nascimento, B@by, Arezza, Matt (Mau), P!ngo, poetas...
AMANHÃ, AMANHÃ... SEXTA-FEIRA.
VOLTO A ESCREVER NESTE ESPAÇO DIARIAMENTE...
E COMEÇO COM POESIA.. BEM FEITO!
VOLTO A ESCREVER NESTE ESPAÇO DIARIAMENTE...
E COMEÇO COM POESIA.. BEM FEITO!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
CORRER FAZ BEM
Atingir uma meta é sempre algo muito complicado, demorado, e às vezes, até doloroso. Mas, é possível. Não importa o desejo, a vontade é que ditas as regras. Ou você chega lá ou permanece tentando, ou melhor, sonhando com o desejado. Por que estou dizendo tudo isso? Meses atrás perdi duas pessoas muito especiais pra mim. Uma delas, meu irmão, era um lutador, um sonhador que desejou transformar sua pequena e linda família em felicidade plena. Ele chegou lá, mas infelizmente a sua vida se tornou curta para ver o quão feliz era aquele trio familiar; outro deles, o Luthero, meu paizão adquirido, querido, que me iluminou com sua perseverança, garra e destemida forma de viver. Aos 65 anos tinha a capacidade mental e física de um garoto. Corríamos juntos diariamente, e todas as vezes, sistematicamente, ele me superava. Eu suava muito para acompanhá-lo nos quase 12 quilômetros que corríamos diariamente. Havia um prazer imenso nisso.
Acontece que depois dessas duas perdas, vivi meus piores momentos. Sozinho e perdido na minha dor. E encontrei na comido alguns dos meus escapes. Engordei muito, algo em torno de 16 quilos em pouco mais de três meses.
Meu peso hoje encostou nos 80 quilos, ou seja, distribuídos nos meus 1,79m até que não está ruim. Principalmente levando em consideração que há dois meses havia beirado os 96. Alguém veio me perguntar como é possível, eu preciso dizer-lhes que somente baseado na tríplice objetivo, determinação e garra. Algo que tenho de sobra. Para que fique bem claro, o objetivo é o foco, determinação é acordar cedo e correr 12 quilômetros, beber água de coco e tomar um café reforçado; e garra é fazer isso todos os dias, sem deixar outros interesses atrapalhares. É isso!
Acontece que depois dessas duas perdas, vivi meus piores momentos. Sozinho e perdido na minha dor. E encontrei na comido alguns dos meus escapes. Engordei muito, algo em torno de 16 quilos em pouco mais de três meses.
Meu peso hoje encostou nos 80 quilos, ou seja, distribuídos nos meus 1,79m até que não está ruim. Principalmente levando em consideração que há dois meses havia beirado os 96. Alguém veio me perguntar como é possível, eu preciso dizer-lhes que somente baseado na tríplice objetivo, determinação e garra. Algo que tenho de sobra. Para que fique bem claro, o objetivo é o foco, determinação é acordar cedo e correr 12 quilômetros, beber água de coco e tomar um café reforçado; e garra é fazer isso todos os dias, sem deixar outros interesses atrapalhares. É isso!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
CARTA DE LUIZ PRÔA, POETA E AMIGO QUE PERDEU O FILHO PRO CRACK

Carta do pai de um viciado em crack que virou assassino!
Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la e os comerciantes felizes lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido...
Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.
Ele passou por várias internações - tinha desde pequeno outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saia, das internações, ficava bem, até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e aí a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzidos todos seus efeitos devastadores. Mas com o tempo e a reincidência o crack foi o devastando. Nos últimos tempos dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos. Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa, é inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os “especialistas”, que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.
A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, se virando à própria sorte. E é bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento, este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causam sobre as famílias?
Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais. O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?
Se meu filho fosse filinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações, infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.
Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.
As drogas ilegais ou não estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.
Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam, os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército e os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico?
Está na hora de acabar a hipocrisia!
Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.
Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.
Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.
Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.
Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho 6 anos atrás. Hoje minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.
Luiz Fernando Prôa
o pai
Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la e os comerciantes felizes lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido...
Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.
Ele passou por várias internações - tinha desde pequeno outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saia, das internações, ficava bem, até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e aí a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzidos todos seus efeitos devastadores. Mas com o tempo e a reincidência o crack foi o devastando. Nos últimos tempos dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos. Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa, é inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os “especialistas”, que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.
A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, se virando à própria sorte. E é bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento, este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causam sobre as famílias?
Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais. O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?
Se meu filho fosse filinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações, infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.
Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.
As drogas ilegais ou não estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.
Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam, os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército e os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico?
Está na hora de acabar a hipocrisia!
Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.
Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.
Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.
Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.
Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho 6 anos atrás. Hoje minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.
Luiz Fernando Prôa
o pai
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
HUMOR CARIOCA
sexta-feira, 22 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Quando Uma Logomarca Pega Pesado!
Uma marca para troca de brinquedos. Que brinquedo se refere?
.....
Uma marca oriental. Bem oriieeeetal!
Uma marca de clínica pediátrica. Quer dizer, entre o pé e a cabeça.
...........Uma marca de consertos de computdores. Olha bem a marca!
Essa style....
.......
Uma marca de Clínica dentária. Uma extração...
.......
.......Uma marca de Clínica dentária. Uma extração...
.......Uma marca de cachorro-quente. Quente!
Provelmente os criadores das logomarcas acim não esperavam um resultado tão, digamos assim, sugestivos.

Provelmente os criadores das logomarcas acim não esperavam um resultado tão, digamos assim, sugestivos.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Textinho Que Circula na Internet
“Hoje, refletindo sobre o efeito do nada sobre coisa nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo governado por um analfabeto que assinou uma reforma ortográfica, e também alcoólatra, que instituiu a lei seca. E ele ainda teve a petulância de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA ao Barak Obama, que é formado em Harvard.”
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