Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

GOSTO DE SANGUE CHEGA AO FIM


Leia o final do folhetim "Gosto de Sangue".
http://www.cronicascariocas.com.br/gostodesangue_final.html

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Mudança na logo do Crônicas Cariocas


Uma alteração sutil na logo do Crônicas Cariocas

SEXTA TEM CAPÍTULO DE "GOSTO DE SANGUE".


"Por favor, tente retomar uma vida normal. Continue sua carreira de escritor, tenho certeza de que é o teu talento literário que vai salvá-lo da amargura. “Gosto de Sangue” é um grande livro e me sinto feliz por ter sido, em parte, inspiração para ele (sim, embora você nunca tenha dito, eu me reconheci claramente em Alexia). " Não percam, o 20 º CAPÍTULO desta história que está encantando os leitores do Crônicas Cariocas [+]

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Quando Uma Logomarca Pega Pesado!

Uma marca para troca de brinquedos. Que brinquedo se refere?

.....
Uma marca oriental. Bem oriieeeetal!

......
Uma marca de clínica pediátrica. Quer dizer, entre o pé e a cabeça.

...........
Uma marca de consertos de computdores. Olha bem a marca!

......
Essa style....
.......
Uma marca de Clínica dentária. Uma extração...

.......
Uma marca de cachorro-quente. Quente!
Provelmente os criadores das logomarcas acim não esperavam um resultado tão, digamos assim, sugestivos.

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

OFICINA MARCIO PASCHOAL


Na seleção de crônicas da oficina literária do escritor Marcio Paschoal, nesta semana, a cantora e compositora Patricia Mellodi [Crônica 14] ala de suas experiências quase místicas vendo o último show do Kiss na Apoteose; a advogada Gledy Goldach [Crônica 13] traça um parâmetro imaginário entre o cinto de castidade e o botox, enquanto um casal faz sexo numa boate; e a arquiteta Deborah Calazans [Crônica 12] perde a sua veia histriônica num canto qualquer do armário da memória. Três crônicas diferentes de mulheres inteligentes e observadoras.

Gosto de Sangue - 15


Ela abriu a boca, salivando, e pude ver, horrorizado, que seus caninos tinham triplicado de tamanho. Ela pôs os dentes no meu pescoço e eu, sentindo-os espetar minha jugular, me preparei para morrer... Não percam, o 15º CAPÍTULO desta história que está encantando os leitores do Crônicas Cariocas [+]

Sábado, 11 de Abril de 2009

Neste Domingo no Crônicas Cariocas

Nesta semana, na Oficina de Literatura do escritor Marcio Paschoal, a atriz Claudia Martelotta (CRÔNICA 11) se rebela contra a falta de sensibilidade e algumas incoerências praticadas contra a estátua do Drummond na praia; a professora Gilda Porto (CRÔNICA 10) analisa o hino nacional e a importância de se lutar de verdade por seus objetivos; e a educadora Tereza Malcher (CRÔNICA 09) interpõe as mudanças da vida à própria vontade de viver.
E mais: Adalberto de Almeida escreve sobre o Sábado de Aleluia;
Catarina Cunha sobre o Milagre do Cristo Redentor;
As Críticas de Cinema:
Erika Liporaci escreve sobre os filmes: W. e DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM ;
Francci Lunguinho escreve sobre os filmes: Dragonball Evolution e Divã.

Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Textinho Que Circula na Internet

“Hoje, refletindo sobre o efeito do nada sobre coisa nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo governado por um analfabeto que assinou uma reforma ortográfica, e também alcoólatra, que instituiu a lei seca. E ele ainda teve a petulância de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA ao Barak Obama, que é formado em Harvard.”

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

GOSTO DE SANGUE, ´CAPÍTULO 14'


No Capítulo 14 do folhetim "Gosto de Sangue" desta sexta-feira, o jornalista Marcelos Fontes, após os últimos acontecimentos envolvendo Alicia, resolve procurá-la para tirar satisfações. Leiam mais uma parte desta história que está encantando os leitores do Crônicas Cariocas [+]

Domingo, 15 de Março de 2009

QUANDO A CRIAÇÃO GANHA O MUNDO


O que é a criação? Quando é que sentimos a plenitude do criar? Não sei. Mas é possível que existam momentos em que a necessidade de se expor, de mover-se para o avesso, igual tripa virada, rouba a nossa vida, e o que parece ser apenas uma sensação de alívio imediato, sai do invólucro e passa a existir. O criador não pode se responsabilizar por contaminar pessoas, ou por induzir sentimentos alheios a tomar de assalto a sua suposta criação.

Recorrer ao que outros criaram para se revelar é, no mínimo, uma questão de autoconfiança. É paradoxo sim, mas é também reconhecer que uma ideia não deve ser meramente o reflexo de quem a teve. Talvez por isso eu seja tão contrário aos direitos autorais. É lógico que é gratificante ser citado como o indivíduo que teve a ideia tal. Mas não podemos nos ater apenas a isso, pois corremos o risco do individualismo. Em época de Internet, deparar com criações “roubadas” é muito comum. Já vi textos meus reproduzidos sem o devido crédito. E posso garantir que isso não me perturba mais. Lutar contra isso seria mais ou menos o mesmo que, numa analogia fraca, impedir a evolução das coisas.

A evolução das coisas no processo criativo é justamente deixar fluir a nitidez, o detalhe que esclarece uma criação. É deixar que outra pessoa diga além do que você conseguiu mostrar. E foi assim que aconteceu com um poema que escrevi recentemente para homenagear o amigo Humberto de Almeida. A parte da homenagem é simples: havia recebido alguns e-mails dele e por falta de tempo ou distração, não os respondi. Vi-me na obrigação de lhe dizer o quanto sentia muito pela negligência, mas o que poderia ser dito e continuar despercebido? Sim, queria dizer, mas ao mesmo tempo pensei em não me revelar.

Foi daí que tive o insight: criar uma poesia para me desculpar. No final das contas, o motivo já não fazia diferença. O poema foi surgindo conforme eu me contradizia com esse sentimento de dizer e não ser revelado. O desdizer, o dito pelo não dito. Tanto é que palavras como ‘taco’ (substantivo) e ‘taco’ (1ª pessoa do verbo tacar) se uniam para ampliar esse relacionamento de ideias. Em suma, quase todas as palavras do poema, têm essa dupla finalidade. Como o trocadilho com a palavra ‘calo’ (aquele horripilante tiloma que dá no pé) e a outra ‘calo’, de calar. Quando dei por terminada a poesia, deixei-a de lado porque algo lhe faltava, aquele detalhe esclarecedor, embora não houvesse espaço para nenhuma outra palavra. Pensava: o que fazer para acabar o que já foi feito?

Para muitos é difícil se desprender do filho querido e lançá-lo ao mundo, ou aos tubarões, como pensarão alguns. Mesmo quando o mundo o acolhe, o que não é raro de acontecer.

O detalhe revelador daquele poema veio logo após resolver publicá-lo. A outra etapa da criação surgiu de uma proposta da cantora Marta Nascimento para musicá-lo. Não que a música servisse de complemento para o que faltava à poesia, aliás, uma não completa a outra, elas apenas dão as mãos e seguem trilhas paralelas, se olhando e respirando o mesmo ar.Marta Nascimento, uma voz sutil, delicada, feminina. Não saberei explicar o porquê da escolha do meu poema para criar sua melodia, mas certamente, soube de cara que o que se criou, ou recriou-se, ultrapassou o que já estava feito. É o renascimento, a simbiose, a metamorfose de uma obra que se desloca e se equilibra para coexistir. E assim fez-se da "primeira poesia de 2009" a "primeira música da poesia de 2009", graças ao talento de Marta Nascimento e o entusiasmo de Humberto de Almeida.
****

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

GOSTO DE SANGUE, CAPÍTULO 10

O folhetim "Gosto de Sangue", escrito por Erika Liporaci para o Crônicas Cariocas, e publicado toda sexta-feira, chega ao capítulo 10. Na história de hoje, Marcelo Fontes conversa pela primeira vez com a sua misteriosa vizinha... Acompanhe aqui os passos desse jornalista para desvendar os segredos da moradora do seu andar, e a sua tentativa em buscar inspirações para terminar um livro encomendado...